Instituto Humanos com foco na diversidade assistiva

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Quando o tema é acessibilidade ou inclusão, não existem muitas referências a se buscar. Sem referências e, muitas vezes, sem a devida atenção por parte de órgãos públicos, o assunto é pouco explorado e divulgado. Para atender esta lacuna de necessidades, surgiu o Instituto Humanus, uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos, com o objetivo de estimular o desenvolvimento da inclusão por meio de soluções em mobilidade e acessibilidade assistiva. O público foco instituto são as pessoas que fazem parte da Diversidade Assistiva, ou seja: idosos, obesos e pessoas com deficiência – que necessitam de alguma tecnologia assistiva, seja ela analógica ou digital para realizar suas tarefas do dia a dia. Desde o uso de tesouras para canhotos, até modernos aplicativos com soluções em tecnologia assistiva, a Humanus está focada em estratégias de marketing assistivo e ações de design universal, temas criados  que vem ao encontro da gama de trabalhos desenvolvida pelo Instituto.

Diferente dos demais institutos, o Humanus não está focado em receber doações e apoio financeiro, mas sim promover ações estratégicas que objetivam inserir no cotidiano da população em geral a necessidade de inclusão das pessoas com diversidade assistiva. Esse é o desejo do Instituto Humanus, tornar o design universal e o design universal comunicacional uma realidade, sem distinção, sem separações, apenas transformar o padrão de hoje, comum para todas as pessoas. E essa ideia vem sendo trabalhada por meio de muita pesquisa e apoio de instituições renomadas como a Abridef (Associação Brasileira da Indústria, Comércio e Serviços de Tecnologia Assistiva), Fundação Dorina Nowill para cegos e Instituto Mara Gabrilli, unindo forças para que o sonho comum se torne realidade.

O presidente eleito para a atual gestão do Instituto Humanus, Rodolfo Sonnewend, sentiu a necessidade dessa mudança na pele. Após um acidente doméstico, tornou-se uma pessoa deficiente, com limitação de movimentos nas pernas, percebendo dia a dia a dificuldade enfrentada não só pelos deficientes, mas também por obesos, idosos e toda a parcela da população que possui dificuldade de locomoção e comunicação. Com seu estudo e conhecimento, notou que poderia também ajudar milhares de pessoas a melhorar sua qualidade de vida, com as mesmas oportunidades e facilidades de todos.

Baseado nos termos Marketing Assistivo, Diversidade Assistiva e Design universal, o Instituto Humanos criou uma estrutura completa com soluções diversas para o público deficiente. Dentro de um cronograma explicativo, existem as ‘Soluções Assistivas’, que abrangem temas importantes como a oportunidade de viajar com a acessibilidade necessária para todo o conforto e aproveitamento do turista com necessidades especiais. Outro ponto foco do Instituto é a isenção de IPI e IPVA para deficientes que necessitem de um veículo próprio para locomoção. Esse é um direito que muitos desconhecem. Pouco divulgado, as empresas possuem uma cota de vagas para os deficientes, uma oportunidade de reinserção no mercado de trabalho. Muitas outras ações compreendem o tema Soluções Assistivas.

Pensando também na divulgação e compreensão desses benefícios e oportunidades, bem como a conscientização geral, o Instituto também está trabalhando a ‘Publicidade Assistiva’ – com seu associado (Design Universal), com ações de comunicação e marketing com foco em seu público alvo e através de sua agência a Design Universal. Paralelo a Publicidade, surge o ‘Coaching Assistivo’, que visa trabalhar a sensibilização das pessoas que não possuem nenhum tipo de deficiência, perante aos demais, bem como trabalhar a mente da pessoa com deficiência para que ela perceba que é parte integrante da sociedade, com direitos, deveres e oportunidades iguais.

Por fim, o Instituto também está aprimorando diversos conceitos do que costuma denominar de  ‘Arquitetura Assistiva’, que de todos os temas, é o mais conhecido pela população em geral como arquitetura com foco em acessibilidade. O diferencial do tema criado pelo Humanus é a sua abrangência e conscientização para o Design Universal, que visa a acessibilidade geral. Desta forma, não seria necessário criar ambientes especiais para pessoas com deficiência, já que todos os ambientes já seriam desenvolvidos para todos, no geral, sem distinção. Isso é inclusão!

Com foco total nesses objetivos, o Instituto Humanos busca novos parceiros e associados, para fortalecer ainda mais os quatro pilares: soluções, publicidade, coaching e arquitetura. Empresas, instituições e pessoas que acreditam e lutam por uma sociedade igualitária, sem preconceitos, distinção e mais humana. Acesse o site do Instituto e conheça um pouco mais sobre o trabalho desenvolvido e os conceitos criados: www.institutohumanus.com.br. Junte-se à causa do Instituto Humanos e faça a diferença no mundo.

Design Universal o marketing do futuro

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Quando uma empresa procura uma agência de publicidade, ela pretende obter formas inovadoras e diferenciadas para expor seu produto ou serviço às pessoas. Porém, nada além do que já é realizado pelas agências atualmente é oferecido. O mercado está saturado e focado somente no famoso “arroz com feijão”, que é divulgar no impresso, internet e meios de comunicação de forma padrão, sem focar no público consumidor. Sim, a internet hoje é o maior e mais completo meio de comunicação e divulgação, que vem substituindo os demais pouco a pouco. Mas falta um algo mais, uma proximidade maior com o publico alvo. É aí que surge a agência Design Universal!

Você já deve ter ouvido falar em design universal ou design para todos no quesito arquitetura e engenharia, adaptando as obras para todos os tipos de diversidade, como por exemplo obesos, idosos e pessoas com deficiência. Sob esta abordagem, é visível o crescimento das adaptações, como rampas de acesso, implantação de elevadores, ampliação de portas, cadeiras especiais para obesos e inclusão de sanitários para pessoas com deficiência, entre muitas outras soluções. Além de obras, o mercado está atento também para os produtos e serviços voltados para tal público. Afinal, de que adianta um supermercado ou shopping fornecer uma cadeira de rodas motorizadas para facilitar a locomoção de pessoas com deficiência se as prateleiras continuam com acesso restrito? Lembrando que o maior público alvo de supermercados é o idoso, aposentado, com dificuldade de locomoção, visão e acesso. Mas, até então, não existia esse conceito para a publicidade e comunicação. Além do termo Design Universal (comunicação para todos), a agência também criou e registrou outros termos relevantes, que são o Marketing Assistivo, a Publicidade Assistiva e a Diversidade Assistiva, esta última expressão que passa a englobar o público consumidor de pessoas com deficiência, obesos e idosos.

A Design Universal surgiu de uma evolução da área de Novos Negócios da Arquitetos da Criatividade, uma agência com mais de 10 anos de mercado, pioneira em diversos cases inovadores de sucesso, como a criação da Tele Sena, Crédito Consignado Veicular, Sistema de Feirão de Veículos, entre muitos outros; também participando ativamente de todo o processo de implantação e divulgação. Desde abril de 2018, a Arquitetos (Design Universal) reposicionou sua atuação com foco nesse público que engloba hoje 25% da população, em números totaliza um potencial número de consumidores maior do que toda a população de um país como a Espanha. E quando você foca em tal público, não significa deixar de lado os outros 75% de brasileiros, mas sim dar igualdade entre todas as pessoas, com as mesmas oportunidades de consumo. Então, nada mais justo que carregar o nome do conceito que está focada “Design Universal”, abrangendo toda população – Comunicação para Todos independente de suas necessidades específicas.

Mesmo em alta, o termo ‘diversidade’ ainda é tratado com tato pelas empresas de marketing. As telenovelas já se voltaram para o assunto, incluindo diversos personagens com deficiência, mostrando um pouco do dia a dia do idoso, do obeso, falando sobre racismo e superação e homofobia. É nítida, mas ainda tímida essa crescente inserção do conceito nas mídias. A proposta da Design Universal é exatamente fortalecer e ampliar a visão de igualdade, mostrando ao público o quão comum é ser diferente. E mais, os próprios empresários acabarão se adequando para o Marketing Assistivo e, consequentemente abrangendo todo o público que até então ficava à margem, dando a eles a oportunidade de se relacionar com o universo que os rodeia. Na hora de criar uma campanha, devemos entender que o diferencial está no fato da Design Universal levar em conta as capacidades e necessidades de todas as pessoas, sejam elas físicas, cognitivas, sensoriais ou alimentares e de poder contar com seu time de colaboradores de um grande número de pessoas da Diversidade Assistiva, completamente familiarizados com suas necessidades e desejos do dia a dia.

A proposta da agência pioneira é oferecer soluções diferenciadas e abrangentes, como uma ampla pesquisa para lançamento de produtos e serviços com público da Diversidade Assistiva; criação de estratégias em Marketing e Publicidade Assistivos; consultoria e desenvolvimento de tecnologia e canais de Comunicação Assistivos; assessoria de imprensa voltada para a inclusão social; desenvolvimento e soluções em tecnologia assistiva, inbound e outbound assistivos. Enfim, tudo que o mercado precisa para atender a este potencial público consumidor.

As pessoas, em especial os empresários, precisam se atentar para essas necessidades sociais, que estão aí implícitas, mas sem foco. É muito mais inteligente abranger um público consumidor cada vez maior e, consequentemente, ter uma geração de lucros crescente. A Design Universal tem esse desafio de englobar toda essa diversidade em um único público alvo, que trará cada vez mais visibilidade e crescimento para as empresas que acreditarem no futuro, que já está diante de seus olhos.

O marketing e a diversidade

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Você já parou para pensar o quanto seria mais fácil se tudo o que existe já fosse criado pensando em todas as pessoas? Por que não uma porta ampla que permita a passagem tanto de cadeiras de rodas quanto de pessoas? Por que não assentos mais largos e baixos, confortáveis para obesos, magros, altos, baixos e crianças? Esses são apenas exemplos do que poderia resultar na redução de um retrabalho para adequar ambientes à acessibilidade. O marketing ainda não parou para constatar que o mundo é feito pela diversidade e que as pessoas deficientes, idosos, obesos, negros, LGBTQ+ não são a minoria, mas sim a grande maioria do país, levando em conta que mais de 26 milhões de brasileiros são obesos, 25 milhões de idosos e 49 milhões de pessoas com deficiência.

É com base nesse conceito que surge a primeira agência de Publicidade Assistiva do Brasil. Além de conceitos inovadores como o Marketing Assistivo, Design Universal e Diversidade Assistiva, seu principal objetivo é criar uma comunicação para todos, por meio da adaptação do Design Universal, iniciado pela arquitetura, e que agora está sendo inserido no mundo da comunicação. Batizada com o nome de sua proposta, a ‘Design Universal’ é um reposicionamento da agência Arquitetos da Criatividade, que tem mais de 10 anos de mercado, no ramo de publicidade, marketing e consultoria de comunicação em geral.

Com a expansão da comunicação digital, que hoje está literalmente na palma da mão, o público diverso tem a oportunidade e facilidade de manifestar por seus direitos nas redes sociais, chamando a atenção das empresas para suas necessidades. Basta observar os comerciais de TV, revistas, internet ou até mesmo telenovelas, que vêm dando cada vez mais visibilidade para a diversidade. O marketing começa a abranger o público da diversidade, mas ainda timidamente.

A Design Universal vem para ecoar o marketing da diversidade e a diversidade assistiva, e mostrar que não basta somente citar e falar sobre o assunto, se não existirem soluções práticas e concretas pensadas para todos, sem distinção. A “Design” é especializada e pioneira em marketing e soluções voltadas para indivíduos que necessitam de uma forma diferenciada de comunicação e/ou tecnologias assistivas para se relacionar com o universo que os rodeia.

Em resumo, a diversidade assistiva consiste no público de obesos, idosos e deficientes, que com o design universal terão ações estratégicas voltadas para suas necessidades, que poderão também abranger todos os demais públicos. O trabalho realizado pela Design Universal vem sendo desenvolvido lado a lado com o Instituto Humanus, o qual participou ativamente para sua fundação. O Instituto Humanus é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos, que tem por objetivo estimular o desenvolvimento da inclusão por meio de soluções em mobilidade para a acessibilidade assistiva utilizando estratégias de Marketing Assistivo e ações de Design Universal, que é onde a agência se enquadra.

Por ser criadora do conceito, a Design Universal encontra-se em amplo processo de pesquisa e busca de conhecimentos ligados ao público, que não deve mais ser chamado de minoria. Conheça mais sobre a Design Universal e o Instituto Humanos no link: www.designuniversal.com.br e www.institutohumanus.com.br .

Um mercado que Um mercado que movimenta mais de 90 bilhões de reais ao ano.

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Por: Rodolfo Sonnewend – sócio gestor da Arquitetos da Criatividade e criador dos conceitos de Diversidade Assistiva com foco em  Marketing e Publicidade Assistivos.

“Criar soluções em marketing e comunicação absolutamente diferenciadas e inovadoras para o mercado”, foi com este conceito que nasceu, em abril de 2008, a Arquitetos da Criatividade Publicidade e Propaganda. Fundada por Rodolfo Sonnewend, um profissional de comunicação e marketing com muitos neurônios de inventor, criativo e desenvolvedor de novos negócios; a empresa sempre aplicou este “toque especial” nos seus projetos de pesquisas de mercado, campanhas publicitárias, planejamento de mídia, ações de merchandising, promoção, campanhas de endomarketing, incentive, estratégicas de Inbound marketing, marketing digital, processos de treinamento, branding e comunicação visual.

A vontade de criar novos mercados e negócios sempre fez parte do DNA da Arquitetos, pois desde 1991, quando o seu fundador  participou diretamente com o saudoso – Renato Reis Barbosa, no projeto de criação da Tele Sena – um dos maiores cases de sucesso do mercado financeiro de Títulos de Capitalização, toda esta experiência provocou uma intensa mudança na sua forma de ver o mundo dos negócios. Anos mais tarde, outras tantas experiências enriqueceram ainda mais este cenário, como o seu projeto de estruturação dos processos das operações de Crédito Consignado Veicular; a criação e implantação de alguns modelos de shopping para veículos seminovos; desenvolvimento e implantação do conceito de feirões para venda de veículos novos e seminovos; estruturação e implantação do conceito   de  e-commerce (B2B); da revolução dos processos de desenvolvimento da Comunicação Técnica no Brasil; da estruturação das bases conceituais para a criação do sistema de Comunicação Jornalística Mobile (Selfie Notícias); do planejamento estratégico para a criação do cartão de relacionamento “Animal Card”; enfim, tantos outros projetos e propostas inovadoras, nos mais variados segmentos de mercado,     e  que hoje mudaram o dia a dia dos consumidores brasileiros.

Em meados de 2017, para comemorar o seu décimo aniversário de vida no próximo ano, a Arquitetos iniciou algumas pesquisas de mercado com o objetivo de desenvolver um novo planejamento estratégico comercial e implantar uma mudança em suas atividades,  pois estávamos decididos a não sermos apenas mais uma prestadora de serviços para o mercado de comunicação e marketing.

Afinal, em um cenário fortemente afetado pelas crises política e econômica; um mercado cada vez mais competitivo com o ingresso de uma quantidade imensa de novos prestadores de serviços, oriundos do desemprego e da mudança nas relações trabalhistas; de um ambiente produtivo constantemente modificado pela implantação de soluções em mídia digital; além de muitas outras contingências transformadoras que, cada vez mais, estão contribuindo para levar a maioria das agências e até o próprio conceito de propaganda a perder espaço e a relevância que tinham; portanto  havia chegado o momento de mudar!

Desde cedo, sempre me interessei por filosofia e lia muito sobre os homens que passaram por nossas culturas com a missão de esclarecer ainda mais a humanidade. Um destes pensadores é o Dalai Lama, um grande líder religioso do budismo Tibetano, que em um de seus ensinamentos, cita: “ O período de maior ganho em conhecimento e experiência é o período mais difícil da vida de alguém”.

No início de 2017, época que iniciávamos a busca de novas oportunidades de negócios, e ainda continuávamos a atender nossos clientes de forma convencional, tivemos que desenvolver um material para uma apresentação comercial de um cliente; aproveitando o mote da campanha, sugeri a frase do Dalai Lama para enfatizar as soluções que a empresa havia encontrado frente às adversidades do seu mercado. Só foi neste momento, que percebi que esta frase também resolvia a nossa busca por novas oportunidades, pois me lembrei de que no final   de 2010, sofri um grave acidente doméstico, que me levou a quase perder o seu pé esquerdo, além de me transformar em um PCD (Pessoa com Deficiência) – adquirida, depois de mais de três anos com inúmeros tratamentos, infindáveis sessões de fisioterapia, além de nove intervenções cirúrgicas.

Sempre havia pensado: esta tragédia me consumiu três anos da minha vida, recheados com muito sofrimento e amargura; mas também me trouxe uma gigantesca experiência, “um período de grande ganho segundo Dalai Lama …”, pois entre um centro de reabilitação e outro, conheci muitos PCD´s, pessoas com deficiências física e motora, que também estavam no processo de tratamento; percebi, então, um novo mundo cheio de inéditas experiências. Em meados de 2013, um outro enriquecedor acontecimento estava por vir. Durante uma viagem, que fiz ao Balneário de Caldas Novas – GO, ainda se utilizando de um andador para se locomover e com o objetivo de participar de sessões de hidroterapia, tive a oportunidade de conhecer Patrícia Arakaki; uma pessoa com deficiência visual, que me ensinou muito sobre a sensibilidade e a forma de perceber o mundo das pessoas com este tipo de deficiência. Quem já teve a oportunidade de assistir às suas palestras, sabe que suas histórias nos remetem a uma profunda reflexão e nos fazem chorar o tempo todo. Só para ter uma ideia das fortes emoções que estavam presentes neste encontro, na época, ela estava realizando sua última viagem; antes de se tornar uma pessoa completamente cega. Patrícia trabalhava no RH da Bolsa de Valores de São Paulo e, foi através dela que também conheci o universo da Lei  de Cotas, além de poder utilizar a minha experiência como jornalista e ajudá-la no processo de entrevistas de dezenas de pessoas com deficiências adquirida e congênita, um rico material utilizado para estruturar a sua apresentação, que a transformaria em uma das maiores palestrantes do setor com os temas: “Não quero sair do espelho! ” e “Gente Mudando a Gente! ”.

Sabendo que tínhamos muito que aprender e construir, desde 2014, não parei mais de escrever, entre um trabalho e outro, sobre os conceitos que estruturariam o desenvolvimento de uma agência de publicidade exclusiva para o público PCD, um mercado que passou me fascinar e também deveria entusiasmar, de forma comercial, a todo o empresariado; pois movimenta mais de 90 bilhões de reais ao ano em ticket médio de consumo e, ainda segundo o Censo de 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 24% da população brasileira é composta por pessoas que possuem algum tipo de deficiência. Isto nos remete a aproximadamente 45 milhões de brasileiros, só para uma simples comparação: estamos falando de 97% da população de toda a Espanha, um mercado sem a atenção devida por uma grande parcela do empresariado brasileiro que reclama, pois, seus negócios andam mal.

E, neste caso, é importante salientar que para cada conquista de um PCD, você leva de brinde sua família e amigos, que passam a fidelizar o seu produto e/ou serviço pelo respeito que sua empresa demonstrou para aquela pessoa tão carente nos processos de atendimento de maneira geral.

Outro dos meus discursos é que se não trabalharmos diferenciadas ferramentas de comunicação para a maioria das pessoas com deficiência, estamos deixando de lado aproximadamente 25% da população brasileira, e em um momento em que estamos saindo de  um quadro de crise, este poderia ser um grande canal para o crescimento de muitos negócios. Um bom exemplo disto, está nas ações comerciais de venda de veículos com isenções, um mercado que cresceu em média 360% em 8 anos e, mesmo durante o apogeu da crise, não parou de crescer.

Sem dúvidas, este é um mercado altamente potencial, apesar de existir um paradigma de que a maioria das pessoas com deficiência são pobres. Isto está completamente errado, pois este universo de consumidores potenciais está dividido em: 42% pertencentes às classes A e B e 44% estão inseridos na classe C; além de terem uma renda mensal média de R$ 1.790,00. Vale também dizer que aproximadamente 63.4% das pessoas com deficiência – tem deficiência adquirida, como é meu caso e não congênita, então é impossível para quem é rico ficar pobre por se tornar uma pessoa com deficiência.

Mas a falta de interesse pelo empresariado, de maneira geral, ficou clara durante um estudo promovido pela ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos) em 2015 sobre a Lei de Cotas, que já existe há 21 anos. Os resultados são alarmantes, sendo que 67%  dos entrevistados afirmaram, de forma reservada, possuírem resistência para entrevistar ou contratar pessoas com deficiência, já 88% dizem que sentem falta de informações sobre as maneiras de aplicar a inclusão delas no mercado de trabalho. E, ainda 86% dos entrevistados declararam que a contratação ocorre apenas para cumprir a lei de cotas, sendo que apenas 3% acreditam no potencial e somente 2% estão no processo por valorizar a diversidade PCD.

Uma verdadeira falta de visibilidade e tato frente a este potencial mercado, além de um desconhecimento de estratégias de  endomarketing – esta ciência do marketing demonstra que antes dos consumidores, as empresas precisam atender bem aos seus colaboradores na arte do convencimento do consumo de seus produtos e serviços.

Estes resultados demonstram os desafios e o tamanho do universo a ser trabalhado, além das dificuldades e barreiras que teremos que transpor.

Mas, uma coisa é certa: esta percepção de mundo já está em processo de mudança! Em 2017, o programa da Globo News “Mundo SA” apresentou os produtos e serviços voltados para as pessoas com deficiência que, no mundo, já movimenta mais de 1 bilhão de dólares ao  mês. Sendo eles, o Hand Talk que faz a tradução do português para Libras, o Livox, para comunicação com pessoas com paralisia cerebral,    o Be My Wyes que conecta cegos com milhares de voluntários que aceitam a “emprestar a sua visão” para eles e a empresa de audiolivros Ubook. Recentemente, a loja virtual do Magazine Luiza passou a utilizar a solução do Hand Talk para se comunicar com os seus clientes   com deficiência auditiva no seu e-commerce e ainda temos o exemplo do Bradesco, que há muito tempo já desenvolve estudos de comunicação com o público PCD.

No início de 2017 já vislumbrávamos uma nova direção para os negócios da Arquitetos da Criatividade. Em maio, inscrevemos a Arquitetos como potencial colaboradora para a criação do Instituto Humanus para pessoas com deficiências e necessidades especiais, uma OSC, sem fins lucrativos, que na época tinha como principal objetivo, estudar e aprimorar os canais de comunicação das pessoas com deficiências o universo e vice e versa. Através do Instituto e a sua parceria com consagradas entidades do mercado especializadas nas mais variadas deficiências, a Arquitetos tomou contato com centenas de pessoas que certamente não tinham seus desejos de consumo atendidos plenamente pelo mercado fornecedor. Naquela mesma época, por pura falta de uma denominação ideal, ainda limitávamos o nosso público alvo em:  PCD (pessoas com deficiência) e PNE (Pessoas com Necessidades Especiais).

No início de 2018, depois de muitas pesquisas junto a cliente potenciais e consumidores, detectamos que o termo deficiência para público final gerava uma imagem mental não tão positiva para os empresários e, este era um dos grandes motivos pelo qual eles hesitavam em aproximar suas marcas deste público. Os resultados destes estudos indicavam que necessitávamos criar um termo diferenciado. Buscamos então inspiração na diversidade e foi através dela que afunilamos ainda mais o nosso perfil de consumidores e chegamos no conceito de Diversidade Assistiva, que engloba os Idosos, obesos e pessoas com deficiências na busca de soluções em acessibilidade que gere mobilidade de conhecimento através de processos de comunicação inclusiva.

Outro importante conceito que começávamos a trabalhar intensamente era o do Design Universal, o design para todos. Desenvolvido na década de 70, pelo Norte Americano Ronald Mace (03.08.1942 – 29.06.1998) este arquiteto cadeirante, desenvolveu 07 princípios que até então eram utilizados apenas na engenharia e arquitetura. Estes princípios parametrizam e criam estruturas para concepção de projetos    que atendam às necessidades de todos os usuários. Imediatamente, registramos esta marca no Brasil e iniciamos o processo de desenvolvimento dos princípios que promovem uma comunicação pata todos os consumidores.

Enfim, é neste cada vez mais gigantes universo de oportunidades que estamos trabalhando com uma abordagem completamente diferenciada, tecnológica e acima de tudo humanista. As experiências construídas na parceria da Arquitetos com o Instituto Humanus, nos levou a conhecer a Marta Machado, atuante na Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência da Prefeitura da Cidade de São Paulo – onde se aposentou recentemente, foi também através do Instituto que começamos a participar da ABRIDEF (Associação Brasileira da Indústria, Comércio e Serviços de Tecnologia Assistiva), conhecemos o fantástico trabalho da Fundação Dorina Nowill para cegos, capitaneada pela   ex-primeira dama Dona Ika Fleury, e muitas outras entidade e trabalhos no setor da deficiência ou seja: nos abriu para uma experiência incomum neste mercado com gigantescas necessidades e desejos não atendidos.

Entendemos que estamos, a cada dia, escrevendo um capítulo da história da comunicação inclusiva e criando aqui um novo mundo, novos conceitos, novas ferramentas, novas culturas, enfim novas oportunidades de negócios.

Nesse momento, nosso desafio está no desenvolvimento de novos conceitos e denominações que já registramos como: Marketing assistivo, publicidade assistiva, coaching assistivo, arquitetura assistiva, engenharia assistiva e muitas outras soluções em design universal comunicacional; tudo para oferecer o que o nosso público consumidor mais precisa, respeito através da melhoria dos canais de comunicação, criação de soluções em acessibilidade da informação e geração de canais de mobilidade na compreensão do mundo que os rodeia. Afinal, somos “todos” clientes e consumidores. Lastreados neste conceito, também estamos desenvolvendo a Design Universal.

Uma Agência pioneira, especializada Marketing e Publicidade assistivos com prioridade para o público consumidor de pessoas da Diversidade Assistiva (idosos, obesos e pessoas com deficiências).

Afinal, os perfis dos clientes vêm mudando com o passar do tempo, o processo de inclusão precisa, cada vez mais, estar presente na sua realidade corporativa; pois hoje tanto o consumidor final, quanto o cliente corporativo tem a preocupação e o envolvimento com questões de sustentabilidade, impacto ambiental e social dos produtos e serviços consumidos. Hoje, também se tornou importante a composição e a valorização de suas equipes de trabalho, como a sua corporação aborda a diversidade e inclusão e, se a sua empresa converte estes valores em ações. Tudo isso valoriza e evidencia a imagem das corporações no mercado na hora do consumidor lembrar da sua marca.

Recentemente, uma pesquisa promovida pela Consultoria Edelman Earned Brand, divulgada no início de novembro de 2017, na Revista Época, revelou que 56% dos brasileiros dizem consumir ou boicotar marcas de acordo com o posicionamento delas diante de questões sociais relevantes. Isto só reforça o nosso convite de que sua empresa precisa estar engajada nos nossos processos de marketing e publicidade assistivos para reforçar as ações sociais de sua organização. Design Universal, uma nova proposta da Arquitetos da Criatividade para desenvolvimento de comunicação e marketing para um público que representa no Brasil mais que toda a população da Espanha. Aguardem novas publicações que vêm por aí.

Design Universal – a primeira agência de publicidade brasileira especializada na diversidade assistiva

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O número é gigantesco e surpreendente, o trabalho das empresas que estão instaladas no pais para atender a este segmento de mercado, nem tanto; pois, 24% da população brasileira é composta por pessoas que possuem algum tipo de deficiência. Este número, sem dúvidas, está desatualizado; mas é o que temos de melhor do último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e que foi realizado em 2010 – o primeiro que resolveu dedicar um capítulo inteiro para esta importante fatia de mercado. No Brasil possuímos 45 milhões de Pessoas com Deficiência (PCDs). Só para se ter uma ideia, é um milhão a menos do que toda a população da Espanha. Mesmo assim, sem atenção por grande parte do mercado e dos empresários.

Um bom exemplo deste aparente esquecimento é que, até o momento, dentre as 50 maiores agências do mercado, que movimentam em média de 32 bilhões de reais ao ano no atendimento aos maiores anunciantes e contas nacionais, não foi divulgada uma ação de destaque voltada para o mercado das pessoas com necessidades especiais (fonte revista Exame – 2016). Ou seja, para os empresários das maiores empresas do país, podemos entender que esta importante fatia de mercado simplesmente não existe.

Focada neste potencial mercado, a Arquitetos da Criatividade, uma agência de publicidade e marketing que já atua no Brasil há mais de 10 anos, está criando a Arquitetos PCD, uma divisão de negócios que está sendo estruturada para ser a primeira agência de publicidade especializada em pessoas com necessidades especiais no Brasil.

Rodolfo Sonnewend, CEO da Arquitetos, enfatizou: “Estamos trabalhando forte para o desenvolvimento de uma agência diferenciada, a primeira agência de comunicação, publicidade e marketing especializada em um mercado consumidor cheio de necessidades objetivas e que movimenta mais de 90 bilhões de reais por ano”.

A história de Rodolfo Sonnewend, CEO da Arquitetos, começou em 26 de dezembro de 2010, ocasião em que o profissional sofreu um sério acidente doméstico que quase levou à amputação do seu pé direito. De lá para cá, ele veio percorrendo este universo de pessoas com necessidades especiais, em defesa ao mercado de deficiência em ambientes corporativos e junto aos diversos órgãos públicos, municipais, estaduais e federais.

Embora a origem da Arquitetos PCD seja consequência das diversas carências de mercado que foram percebidas após o acidente de Rodolfo, a empresa está formatando uma equipe especializada de profissionais com necessidades especiais que vão compor a equipe da Arquitetos PCD. Mais de 80% dos colaboradores da empresa serão PDCs. Estaremos afinados com as necessidades do mercado e ofereceremos uma consultoria completa para os clientes que desejarem atender a este mercado com tantas particularidades e, acima de tudo, necessidades de atenção; enfatizou o CEO da empresa.

 

Aguardem as novidades que a Arquitetos PCD estará divulgando para o mercado. Afinal, nesta nova proposta de agência não vão existir deficiências e sim novas eficiências para um novo mercado que está se estruturando.

Visitem nosso blog e se mantenham atualizados sobre esta grande obra que a empresa está desenvolvendo.

4 ferramentas de gestão para pequenos negócios

4 ferramentas de gestão para pequenos negócios

Iniciar um pequeno negócio é um grande desafio. Para conseguir, é fundamental possuir organização e boas estratégias colaborativas. Para facilitar essas tarefas, existem diversas ferramentas de gestão para pequenos negócios. Elas podem mudar a forma como você gerencia sua empresa e te ajudar a coordenar equipes independente do formato ou tamanho do seu projeto.

Como? Isso é fácil. Existe uma lista de recursos básicos que a maioria dessas ferramentas pode te oferecer.

  • Prever orçamentos de projetos;
  • Distribuição de tarefas aos membros da equipe;
  • Agendar prazos de vencimento;
  • Supervisionar o progresso do projeto;
  • Colaborar com a edição e modificação de documentos;
  • Prognósticos;
  • Acessar e gerenciar projetos através de dispositivos móveis.

Essas ferramentas de gestão para pequenos negócios estão disponíveis em vários formatos.

Você pode utilizá-las online, em nuvem ou até mesmo comprar os programas.

Os programas de computador em geral transferem rapidamente arquivos pesados e possuem uma taxa única que é fixa. Já as ferramentas em nuvem necessitam inscrição ou cadastro de uma conta e te permitem conectar equipes de diferentes localidades e sincronizar agendas. Isso é possível porque a plataforma pode ser acessada em localidades independentes, de diferentes dispositivos e por várias pessoas simultaneamente.

Antes de fazer sua escolha, reflita sobre as necessidades da sua empresa. Qual tipo de gestão precisa? Considere o tamanho de seus projetos, a quantidade de pessoas que terão de acessar à plataforma. Você precisa do acesso por dispositivo móvel? Quanto você está disposto a pagar?

Pensou? Agora, confira nossas dicas de gestão para pequenos negócios.

Ferramentas de gestão para pequenos negócios

Google Drive

Google Drive ferramentas de gestão para pequenos negócios

Para compartilhamento de arquivos e edições simultâneas, o Google Drive é uma ferramenta simples, mas de grande qualidade. Permite armazenar 15GB ou mais, se você está disposto a pagar uma taxa mensal. Você pode criar arquivos de textos, tabelas e apresentações online. Todos esses arquivos podem ser editados simultaneamente e as alterações ficam registradas com o nome de cada usuário.

iCloud Storage

iCloud ferramentas de gestão para pequenos negócios

Se você usa MacBook, pode usar o iCloud Storage gratuitamente com 5GB de memória.

Clarizen

Clarizen ferramentas de gestão para pequenos negócios

Se você precisa de ferramentas colaborativas, o Clarizen é uma ótima opção. Essa ferramenta de gestão de projeto não necessita de auxílio de TI ou de um servidor para abrigá-la. Por estar em nuvem, é acessível de qualquer lugar. Além disso, possui ferramentas para redes sociais e dispositivos móveis

Heflo

Heflo ferramentas de gestão para pequenos negócios

Se você já está satisfeito com a gestão de projetos da sua empresa, mas ainda precisa organizar melhor os fluxos de tarefas, o Heflo é a opção ideal. A versão gratuita desta ferramenta permite criar e gerenciar de forma colaborativa seus processos empresariais.

Esta matéria foi escrita pelo nosso convidado Daniel Vargas (belaliandaniel@gmail.com), que é especialista em empreendedorismo, gerenciamento e colunista do ideias.me.

Você tem um pequeno negócio e quer mais dicas de como gerenciá-lo? Clique no botão abaixo e vamos conversar!

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