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Marketing de guerrilha

Marketing de guerrilha é uma ferramenta para a comunicação da empresa com baixo custo, criada na década de 70 por Jay Conrad Levinson e descrita em seu popular livro “Marketing de Guerrilha”, lançado em 1982.

São técnicas não convencionais utilizadas em ações de marketing com orçamentos apertados. É um marketing de rua, muitas vezes interativo, que têm como propósito surpreender e inovar.

Como é bastante utilizado por pequenas empresas empreendedoras que lidam com falta de recursos, as mesmas precisam utilizar diferentes tipos de estratégias de marketing para atrair público, divulgar a marca e criar fidelidade.

Ações de alto impacto x baixo custo = marketing de guerrilha

Mesmo assim, também é usado por grandes empresas multinacionais, como CocaCola e McDonald’s, como visto abaixo em uma ação recente (2015).

mcdonal'ds marketing de guerrilha

Ação na Av. Paulista do McDonald’s

A estratégia de marketing de guerrilha é uma alternativa barata frente às outras mídias convencionais, além de ser extremamente criativa. Apesar da ação acima ser realizada em um outdoor de ponto de ônibus (mídia convencional), fez uso da interatividade com os clientes para fornecer café gratuito – e estimular o consumo de outros produtos por consequência.

não vou pagar o pato fiesp

Ação “Não Vou Pagar o Pato” da FIESP

Na atual conjectura econômica, a FIESP teve a iniciativa de criar a campanha #NãoVouPagaroPato, que tinha como foco uma petição para diminuição dos impostos. A campanha virou muito mais: jogo virtual, ação da FIESP em diversos lugares e, também, movimentação do próprio pato para lugares inusitados (mídias não convencionais), como em cima de uma banca de jornal (!).

Essa estratégia de impactar a população sobre a necessidade de mobilização é apelativa mas é o tema central de muitas peças de marketing de guerrilha vistas atualmente. A conscientização sobre determinado tema torna-se um meio de promover seu produto ou marca pelo marketing de guerrilha. Podem ser usados temas como aquecimento global, cultura do estupro, empoderamento feminino, identidade de gênero, entre tantos outros assuntos polêmicos.

As empresas então começam a utilizar o Marketing de Guerrilha em seu mix de marketing para atingirem a mente e o coração de seu público alvo, além de influenciarem que os consumidores façam algo relacionado às suas marcas.

Tais ações geram um resultado interessante, além de serem capazes de atingir as metas convencionais (lucro) com métodos não convencionais como energia em vez de dinheiro.

Assim, podemos dizer que esta ferramenta é caracterizada como uma alternativa para que as pequenas e médias empresas possam competir com grandes campanhas usando formas inovadoras e estratégias eficazes baseadas na ousadia e criatividade para estabelecer maior interatividade com os receptores, a fim de atingirem a mídia espontânea ou buzz marketing.

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